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16 de fevereiro de 2009

Beleza eternizada

Confesso que hoje estou com muita um pouco de dificuldade de escrever. Para vocês terem uma idéia, a primeira frase foi escrita e apagada (que feio que ficou isso) cinco vezes! Então, para não ficar mais um dia sem postar, mesmo tendo o que escrever, resolvi apertar aquele botãozinho e mandar ver.

Bom, vou dar uma dica de um blog ótimo, principalmente para quem gosta de fotos. É o site, atualizado diariamente, de Antônio Guerreiro, fotógrafo com 40 anos de profissão e dono um olhar e percepção únicos, que resulta em imagens belíssimas.

Antônio (foto) se destacou na carreira nos anos 1970, quando produziu fotos para capas de discos (Gal Tropical - 1979), cartazes de cinema (A Dama do Lotação - 1978) e revistas (Homem, atual Playboy), além de fotografar modelos e atrizes mais famosas da época, como Sônia Braga, Luma de Oliveira, Luiza Brunet, Vera Fischer, Leila Diniz, entre tantas outras. Era muito requisitado no meio artístico por saber, no tempo em não havia photoshop, extrair o melhor de cada um apenas com a combinação de luz, pose e inspiração.

Nascido em Madri (Espanha), mudou-se ainda criança com os pais para Juiz de Fora (MG) e, na adolescência, foi para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como colunista no Jornal do Brasil. Em 1967 iniciou sua carreira de fotógrafo. Tornou-se fotógrafo de moda em Paris e, quando retornou ao Brasil, foi considerado o melhor. Ganhou três prêmios na década de 1980, incluindo o de melhor produção fotográfica do ano pela Editora Abril, em 1983.

11 de fevereiro de 2009

Escola Globo de Jornalismo

Já estava ficando chateada por não ter um tema ou assunto para postar. Pensei em falar da 'avozice' precoce da Tati Quebra Barraco, que no alto dos seus 29 anos aguarda a chegada do neto, que sairá da barriga da filha dela, de 15 anos. Ou então da falta de sentimento materno da cantora Cláudia Leitte, que uma semana depois de parir já estava pensando no figurino do carnaval. Ensaiei colocar a foto do Jesus Luz, suposto caso da Madonna, e claro, um comentário óbvio impossível de ser escondido na hora em que olhamos aquele corpo escultural nú (algo do tipo: Jéeeessuuuussss). Mas, como o G1 é meu amigo, me deu de bandeja essa chamada super bacana.

Bom, acho que nem preciso falar o que há de errado/ equivocado na chamada, né. Tipo, o Faro e o tal do Marcelo Frisoni estão bem casados, felizes com a nova vida a dois. Tanto que eles saem juntos para ir à balada. E, de quebra, um amigo, não identificado, apesar de fazer parte da montagem de fotos, aparece para dar um olá ao casal.

Roberto Marinho deve estar se debatendo no caixão agora.

6 de fevereiro de 2009

Fiona mode on

Novidade é comigo. Adoro experimentar, mas assumo que tenho medo algumas vezes, principalmente quando o assunto é beleza. Morro de medo de usar algo e dar errado. E, como sou alérgica a diversas coisas, penso bastante antes de comprar. Mas ontem não resisti e acabei levando para casa o que eu pensava ser minha independencia em termos de depilação.

Há um tempo vinha pensando em comprar aquelas folhas prontas, que vem com a cera dentro. Mas tive um trauma com cera quente. Tinha 17 anos na época e resolvi depilar a virilha sozinha. Comprei aquelas ceras em barra, derreti como mandava a instrução e, delicadamente passei sobre minha querida pele. Quente, muito quente. Porém esfriou rápido indicando que já era hora de puxar. Falhei feio, não consegui puxar tudo por que doia muito. Fiquei horas tentando tirar, suando frio e com o coração disparado.

Demorou muito para eu ter coragem de ir ao salão para tirar os indesejáveis pelos. Enfim, fui, quase morri de dor e sai de lá com a sensação de ter sido "castrada". Só olhei para ver se a negoça (a parte íntima) ainda estava lá no outro dia. Por sorte estava. O bom é que depois ficou ótimo; pele lisa por semanas. Pronto, começei a ir sempre que precisava.

Porém, sou uma mulher que não su-por-ta salão de beleza. Para vocês terem ideia, eu costumava cortar meu cabelo sozinha só para não pisar no salão. Claro que ficava torto, mas só de não precisar ouvir aquele monte de mulher falando ao mesmo tempo sobre coisas inúteis, já valia a pena.

Bom, voltando à origem deste post, ontem eu comprei as folhinhas que falei.. E das verdes, para já tratar a pele. Cheguei em casa, tomei meu banho e... ah! porque não usar hoje mesmo essa tecnologia? Virilha? Não, tá mais ou menos ainda. Opa! Axila (não falo axila, só coloquei por causa de vocês)!

Passei meus milhões de cremes e me preparei psicologicamente para usar minhas folhas novas. Li com atenção o verso da caixa e começei o processo. Primeiro, esquentar, com as mãos mesma, as folhas por 30 segundos. Separar, colocar no local a ser depilado, respirar fundo e... puxar rapidamente! E foi o que fiz.

Dorzinha bem suportável. Olhei na folha e tinha um, somente um fiozinho. Na caixa diz que, se não tirar tudo, passe de novo. Mas, nada, ou melhor, só mais um. Repeti por umas três vezes. Apesar de ter tirado um pouquinho, não era o resultado que eu esperava. Juntei a folha de novo e esfreguei até esquentar. Nada.

Percebi que ficou cera no tal do suvaco. Mas como eu tenho que honrar a cor do meu cabelo, tentei tirar do outro lado também. Nada de novo. Comecei a colocar e puxar freneticamente. Era muito para mim aceitar que gastei R$ 12 numa coisa que não funciona. Quando me dei por vencida, por uma cera verde maldita, pensei: _ Vou tirar essa coisa e passar a boa e velha gilete. Peguei uma coisa que uso para tirar sujeira do rosto, daquelas boas mesmo, e passei. A meleca não saiu. Abaixei o braço quase pela última vez na minha vida, porque o treco transformou-se em um tipo de cola super bonder.

Corri para o banheiro, desesperada, e lavei com muita água e sabão. Pena que foi à toa, o negócio ainda estava lá. Mas outra idéia 'brilhante' surgiu na minha cabecinha. E se eu passasse a gilete assim mesmo como está? Deve tirar os pelos e a cera junto. Ahã. Tirou sim. Tirou metade da pele, os fios, mas a cera continuou lá, verde e pegajosa. Lavei mais. Foi quando percebi que ao redor estava ficando vermelho. Não liguei, não. Estava muito (pre)ocupada em tirar aquilo.

Esfreguei com bucha, passei mais sabonete. Pensei em deixar lá até que secasse. Assim, poderia puxar com facilidade. Abaixei o braço e percebi que seria im-pos-sí-vel dormir com o suvaco colando. Por fim, peguei o algodão e passei o treco de limpar de novo. Ótimo, minha axila, que já não tinha pelos, estava lotada de algodão. Grudou tudo. Com raiva passei a toalha mesmo. Saiu. Não a cera.

Foi quando percebi que meus sovacos estavam ardendo. E o ardor foi aumentando, chegando ao ponto de eu não aguentar. Quase chorei. Joguei mais água, o que aliviou um pouco. Num ato de desespero taquei creme neles. Bom, grudou menos. Cansada, fui deitar.

Acordei hoje e fui logo olhando no espelho. Putz! Uma rodela vermelha em cada suvaco, e dentro, a bosta da cera verde. Agora estou eu, com a axila multicolorida e adesiva! Quase um post-it!

5 de fevereiro de 2009

Moça de família

Os amantes da arte pornô estão de luto. Foi divulgado, no jornal Extra (!!!), que Regina de Oliveira Soares, mais conhecida como Regininha Poltergeist, a diva dos filmes adultos, abandonou os sets de gravação. E, como não podia ser diferente de outras tantas que desistiram da promissora carreira de atriz, a mulher que, segundo informações do caderno Retratos da Vida (!!), fez "incontáveis" ensaios nus, se converteu. Sim, ela agora é evangélica!

A matéria, que traz uma emocionante e reveladora entrevista com a moça, diz que ela foi levada por um coreógrafo. Em sua primeira experiência na igreja, Regininha contou que "um monte de coisa saiu de cima dela" e que, apesar de agora pertecer ao Todo Poderoso, não se arrepende de ter feito parte da indústria do sexo. A única restrição da ex-atriz é não cantar a música "Kátia Flávia" por conter a palavra "beuzebu" na letra (detalhe: ela também já fez parte de umbamda). Hoje ela frequenta a Igreja Bola de Neve.

E já de cara ela se deu bem. Além de ficar livre de "muitos homens coisas em cima dela", ganhou uma madrinha de batismo de peso, Marinara Costa. Para quem não conhece (não está perdendo nada), Marinara, ex-policial, ex-modelo, ex-mulher de Fernando Vanucci e ex-modelo, causou reboliço ao aparecer no horário político só de lingerie vermelha, fato que irritou o bispo da Igreja Universal, presidente do partido. Na ocasião, ela estava se candidatando a deputada federal pelo Partido Liberal (!!!).

Pois é, rapazes. Parece que Regininha cansou de passar a vida fodida, só levando ferro. Largou essa porra toda e, com medo de ir para o inferno por causa do seu trabalho duro e suado, resolveu correr atrás de um lugarzinho no céu. Entrou no consórcio para ter uma nuvenzinha só para ela, vai pagar com o dinheiro que ela ganhou nos cachês e convive muito bem com uma bola só, a de neve.

4 de fevereiro de 2009

Amizade é tudo!

Como um amigo pode melhorar o dia de uma amiga:

Amigo diz:
falando nisso, estive com ela ontem
conversei um tmpão com ela

Marcella Sing diz:
e ai? como ela está?

Amigo diz:
bem, feliz da vida
já tem 3 anos que ele não termina, rs

Marcella Sing diz:
hahahahah
dessa vez casa!
falando nisso, todo mundo casando...
que medo

Amigo diz:
qualquer dia é vc tb!

Marcella Sing diz:
num sei com quem....

Amigo diz:
como eu queri que fosse eu rs
a gente quer d+ néh

Marcella Sing diz:
oh gente... me deixa sem graça não......

Amigo diz:
uma hora aparece um cara aí

Marcella Sing diz:
uai.. to esperando....

Amigo diz:
esquenta não linda e inteligente é o sonho de qualquer um

Marcella Sing diz:
mas parece que ninguém tá sonhando mais....

Amigo diz:
se alguém descobre o seu coração e se for mais ousado e conhecer além do coração a sua pinta vai querer casar na hora!!!!!!

3 de fevereiro de 2009

The old one

Pode ser que meu inferno astral já tenha começado, já que, em pouco mais de um mês, deixarei de ter um quarto de século para ter quase 30 (anos, que fique bem claro!). E no meio disso vem alguns problemas e questionamentos, que devem ser normais para alguém que, aos 24, não conseguia se ver com 26.

Drama? Claro que é drama! Agora sim eu entendo porque muitas mulheres se esquivam quando são perguntadas pela idade. É vergonha. Não de ficar velha. Não pode ser. Se não ficarem velhas, estariam mortas. No meu caso, pelo menos, é vergonha de não ter conseguido um quinto do que eu esperava já ter alcançado aos 21.

Aos 16 eu afirmava que estaria morando so-zi-nha quando fizesse 18. Aos 18, dizia que estaria formada quando completasse 23 verões (esse negócio de primavera não combina comigo). Aos 23 pensava que me formaria com 25, idade em que já teria um carro (e carteira de habilitação) e um emprego que me trasferiria para o Rio de Janeiro (de onde eu nunca deveria ter saído). Ainda com 23, imaginava que teria um grande amor eterno (tá, confesso, sou romântica e queria SIM um moço bem legal só para mim. E, ao contrário do que parece, não gosto de trocar de homem).

Enfim, estou beirando os 26 (meodeoos! quase 30), não tenho carteira, não tenho carro, não formei, não moro sozinha, não mando nem no meu almoço e não tenho um amor (na verdade tenho um, mas é coisa de outras vidas, está, digamos, hibernando. Nem sei se rola para essa vida. Enfim, falei demais).

_ Ah! Mas as coisas acontecem na hora certa, Marcella!

E eu com isso?! Eu quero as coisas na hora que eu quero. E a hora que eu quero, é a certa.

Tá! Paciência (oh, palavrinha chata). Vou conseguir tudo no meu tempo. Mas!!! Estou ficando velha, mesmo! Só se tudo vier junto, num pacote só! E até o fim do ano, de preferência.

Veja só meus amigos, que estão com a mesma idade que eu, já estão na fase do casório! Hoje mesmo já recebi outro convite de casamento! E o pior, da que a gente apostava que seria a última!

Aloww!!! Alguém aí olhando por mim? Devia olhar mesmo. Eu acho digno!