27 de maio de 2009
25 de maio de 2009
"Pra que chorar, se o dia vai raiar..."
E você aí, reclamando da vida. Discutindo com amigos sobre a gripe Influenza A, a alta do dólar, a falta de sangue nos Hemos do Brasil, o aumento do número de mortes nas estradas, prostituição infantil, CPI da Petrobrás, viagens do Lula, inundações no norte do país, teste nuclear da Coreia do Norte, falta de médicos nos centros públicos de saúde, castelo de político, super salários de prefeitos, passagens pagas com dinheiro público, degradação do meio ambiente, aquecimento global, entre outros assuntos chatos que não levarão a lugar nenhum, nem darão prazer.
Tá vendo, seu egoísta. Com tantos motivos para comemorar e você pensando em besteira. Para de pensar no bem estar dos seus entes queridos e no futuro do seu filho. Há dez anos temos motivos de sobra para rir até em velório. E olha que outra comemoração dessa, só daqui a nove anos, quando as mulheres frutas comemorarão a primeira década de sucesso.
(/cinismo)
Fonte: coluna Retratos da Vida, do jornal Extra.
23 de maio de 2009
Jeito Sing de ser
Podem chamar de frescura, loucura, TOC, o que vocês acharem que é, não ligo. Tenho umas manias muito estranhas (e quem não tem, não é mesmo?). Só para citar algumas: dormir somente de bruço; só comer feijão preto; passar desodorante duas vezes achando que eu poderia não ter passado na primeira; passar shampoo (é assim mesmo?) três vezes por achar que não passei pela segunda vez; não comer o miolo do pão; não misturar comida no prato; passar pelo menos dois minutos de braço cruzado quando estou tomando banho; beliscar o meu queixo quando estou sem graça ou quando não tem nada para fazer; tomar café após o almoço; coçar a cabeça quando estou nervosa; ter um nojo insuportável de pelos e cabelos molhados, principalmente se for meu; passar gilete todo dia na axila (suvaco mesmo); sacudir a perna quando estou nervosa; guardar minhas blusas separadas por cor em cabides; colocar "XXXX" no lugar de uma palavra quando eu não lembro dela na hora; e algumas outras coisas que eu devo fazer automaticamente e ainda não percebi.
E foi através de uma conversa com duas amigas que descobri uma outra. Na verdade eu sabia, mas quando contei (acredito que foi a primeira vez que contei isso a alguém) me dei conta de que é muito estranho. Aquela mania, que eu via como um, digamos, passatempo, já tem traços de doença (exagero mode on).
Eu conto os dedos dos pés das pessoas. Sim! E no plural!
Não tinha me dado conta de eu conto mesmo, de verdade. Um por um. E eu faço isso por que quando olho o pé de alguém, sempre acho que tem mais dedos do que deveria. Não sei descrever a sensação quando descubro que tem cinco, algo como alívio e decepção. Mas eu conto. Preciso contar. Não posso ver um pé nú que já vou contando quantos dedinhos ele carrega. O pior é que eu conto até de gente que eu já contei antes. Será que eu acho que nasceu um do nada e confiro? Realmente não sei a resposta.
O que? Você já apareceu na minha frente com os pés bem visíveis? Então eu já contei quantos dedos você tem. E pode ser que contei mais de uma vez. Eu sempre conto os da minha mãe.
E o engraçado é que namorei um moço que nasceu com seis dedos em cada mão, mas a mãe dele amarrou uma linha pouco tempo depois que ele nasceu e o dedo caiu, ficando só um quelóide (cicatriz alta) ao lado do mindinho. E um tio dele tem seis dedos em um dos pés. E eu contei. Contei por que foi a primeira vez que eu olhei um pé e achei que tinha a quantidade certa de dedos. Mas não, eram seis. Já o outro pé eu achava que tinha quatro, mas tinha cinco.
E eu já vi cada pé... tem uns tão feios, mas tão feios, que é melhor que não os tivesse. Outro dia estava no ponto de ônibus e olhei o pé de uma menina que estava sentada ao meu lado. Susto! Ela tinha cinco dedos, mas dois (os que ficam depois do dedão) eram unidos. Eram praticamente um só. A mesma pele. Só a ponta dos dedos eram separadas. Como se fossem siameses. Em cima era uma coisa só. Aí fiquei na dúvida: considero cinco ou quatro dedos? Ainda não decidi.
E foi através de uma conversa com duas amigas que descobri uma outra. Na verdade eu sabia, mas quando contei (acredito que foi a primeira vez que contei isso a alguém) me dei conta de que é muito estranho. Aquela mania, que eu via como um, digamos, passatempo, já tem traços de doença (exagero mode on).
Eu conto os dedos dos pés das pessoas. Sim! E no plural!
Não tinha me dado conta de eu conto mesmo, de verdade. Um por um. E eu faço isso por que quando olho o pé de alguém, sempre acho que tem mais dedos do que deveria. Não sei descrever a sensação quando descubro que tem cinco, algo como alívio e decepção. Mas eu conto. Preciso contar. Não posso ver um pé nú que já vou contando quantos dedinhos ele carrega. O pior é que eu conto até de gente que eu já contei antes. Será que eu acho que nasceu um do nada e confiro? Realmente não sei a resposta.O que? Você já apareceu na minha frente com os pés bem visíveis? Então eu já contei quantos dedos você tem. E pode ser que contei mais de uma vez. Eu sempre conto os da minha mãe.
E o engraçado é que namorei um moço que nasceu com seis dedos em cada mão, mas a mãe dele amarrou uma linha pouco tempo depois que ele nasceu e o dedo caiu, ficando só um quelóide (cicatriz alta) ao lado do mindinho. E um tio dele tem seis dedos em um dos pés. E eu contei. Contei por que foi a primeira vez que eu olhei um pé e achei que tinha a quantidade certa de dedos. Mas não, eram seis. Já o outro pé eu achava que tinha quatro, mas tinha cinco.
E eu já vi cada pé... tem uns tão feios, mas tão feios, que é melhor que não os tivesse. Outro dia estava no ponto de ônibus e olhei o pé de uma menina que estava sentada ao meu lado. Susto! Ela tinha cinco dedos, mas dois (os que ficam depois do dedão) eram unidos. Eram praticamente um só. A mesma pele. Só a ponta dos dedos eram separadas. Como se fossem siameses. Em cima era uma coisa só. Aí fiquei na dúvida: considero cinco ou quatro dedos? Ainda não decidi.

Agora, um pé que eu queria ver é o da Cicarelli. Esse eu ia contar com gosto!
22 de maio de 2009
Brincadeirinha de bom gosto
1) O estagiário que foi escalado para trabalhar numa sexta-feira à noite;
2) Um jornalista que, ao invés de clicar no salvar para deixar uma matéria de gaveta, clicou no publicar;
3) Mãe Dinah, que não acerta uma e mais uma vez errou;
4) O próprio Silvio que, cansado das acusações de ter feito sacanagem com a Maísa, resolveu "sumir";
5) A própria Maísa, que, emputecida com a sacanagem que ele fez com ela, está tramando um crime perfeito para que essa notícia se torne verdadeira;
6) A própria Maísa, que não gostou nem um pouco da Justiça caçar sua licença de trabalho e decidiu plantar a notícia para eles voltarem atrás e ela poder assumir o lugar do homem do baú;
7) Os pais da Maísa que, devido à brincadeira sem graça que Silvio fez com ela, terão que voltar a sustentar a filha.
21 de maio de 2009
Tiete. Ou, morro de dó
Adianta ser filha da Rainha dos baixinho, pintar as unhas com o nome do grupo, chegar escoltada na estréia do filme e ser a única famosinha a chegar perto dos garotos?
Olha aí, ela toda felizinha em conhecer os
Alguém avisa para ela que esses ai não foram baixinhos da Xuxa. Inclusive, eles nem devem saber quem é.
Sasha, filha, esses aí não são Sandy e Júnior, não. Volta para aquele lugar ali, atrás da grade de proteção, junto com a multidão, e para de pagar mico na frente das câmeras. Olha a pose realeza.
20 de maio de 2009
Mensagem subliminar
Dinheiro ela tem, só falta o "Gramour".
16 de maio de 2009
Último desejo
A maioria das pessoas não gostam de ir a funerais. Claro, ficar lá, em pé, vendo o corpo de uma pessoa que simplesmente não existe mais é muito estranho. Saber que o sangue não corre, o ar não entra, o cérebro não funciona me deixa nervosa e acredito que isso acontece com muita gente. Aquele corpo descartável dentro de uma caixa de madeira, prestes a ser colocado debaixo da terra para toda a eternidade também me incomoda. Na verdade sou a favor da cremação. Morreu? Tirou tudo o que podia para salvar os outros? Queima e joga no mar.

Bom, isso tudo só para falar que um cara muito criativo decidiu amenizar o clima pesado dos funerais. Como? Fabricando caixões personalizados! E nada de colocar fotinha, mudar de cor ou outras coisas bestas. Ele faz de acordo com o pedido do cliente (antes de morrer, claro!). Então, se você é fã de tecnologia, pode ser enterrado em um Iphone, por exemplo. Ou então pode se inspirar na profissão! Óh, que lindo! Só tome cuidado se você for proctologista ou ginecologista, dependo do "tema" de seu caixão, seu corpo pode ser preso por atentado ao pudor.
Pelo menos os que estarão vivinhos da silva te "prestigiando" no seu enterro poderão dar boas risadas!
Veja mais fotos.
Fonte: The Sun (tá vendo, nem só de Globo vive este blog!)

Bom, isso tudo só para falar que um cara muito criativo decidiu amenizar o clima pesado dos funerais. Como? Fabricando caixões personalizados! E nada de colocar fotinha, mudar de cor ou outras coisas bestas. Ele faz de acordo com o pedido do cliente (antes de morrer, claro!). Então, se você é fã de tecnologia, pode ser enterrado em um Iphone, por exemplo. Ou então pode se inspirar na profissão! Óh, que lindo! Só tome cuidado se você for proctologista ou ginecologista, dependo do "tema" de seu caixão, seu corpo pode ser preso por atentado ao pudor.
Pelo menos os que estarão vivinhos da silva te "prestigiando" no seu enterro poderão dar boas risadas!
Veja mais fotos.
Fonte: The Sun (tá vendo, nem só de Globo vive este blog!)
15 de maio de 2009
Atacante por excelência
1) Se a Hebe pode beijar todo mundo, por que ele não pode?
2) Na comemoração do título vale tudo. Mesmo;
3) ** de bêbado não tem dono mesmo;
4) Escolheu Mc Sapão por que de perereca ele não gosta;
5) Preto emagrece. Então...;
6) Pelo menos dessa vez acertaram o pedido. Mandaram um homem vestido de homem.
Fonte: Extra (acesse e veja fotos do Fenômeno com olhar apaixonado para o tal Mc Sapão)
10 de maio de 2009
Escola Globo de Jornalismo
Às vezes a Globo nos surpreende com a correta aplicação das regras de noticiabilidade, que determina quais os requisitos um acontecimento deve ter para ser divulgado. Estudantes de jornalismo e profissionais conhecem bem a história do cachorro, que exemplifica o tipo de informação que deve ser priorizada em um veículo de comunicação.
"Se um cachorro morder um homem, é normal. Se o homem morder o cachorro, é notícia"
E, como os funcionários da Globo possuem alto conhecimento em seu ofício, detectaram que essa informação seria altamente importante para a sociedade:
"Se um cachorro morder um homem, é normal. Se o homem morder o cachorro, é notícia"
E, como os funcionários da Globo possuem alto conhecimento em seu ofício, detectaram que essa informação seria altamente importante para a sociedade:
Por que falar que ela estava pelada, é normal.
9 de maio de 2009
Lição do dia
8 de maio de 2009
Planeta dos macacos
1) A mulher dele deve usar uma máquina diferente cada vez que "apara" os pelos dele, pois nem máquina aguenta trabalhar tanto;
2) Ela (a mulher) deve começar a pensar seriamente em usar uma máquina 0;
3) Os pelos dele deveriam ser aparados com cortador de grama;
4) Se isso está aparado, imagine quando ele deixar crescer.
7 de maio de 2009
Mimos de beira de estrada
A estrada também é capaz de proporcionar muitas descobertas. Nas paradas podemos ver (e comprar) objetos típicos do lugar, como essas belezuras da foto.
São ou não um ótimo presente para levar para os amigos?
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